estrelas deitadas em rasas poças
moças bonitas melhor não tê-las

casos de noites de amores morrido
ferido animal evade a largos passos

vida cruel agora que tinhas tudo
mudo mundo de marcadas feridas

amarga testemunha de céu obscuro
puro rancor que só em dor se alarga

enormes peitos composto adiposo
poroso tecido de formas aformes

bunda de bonitos contornos feita
arquétipo de minha libido imunda

abjeto orgão de larga bocaina
vagina cruel cuspidora de feto

herda destempero teu querer
você e nada são a mesma merda


$e digna fo$$e$ morte teria$ ante$ do chão em que te joga$te com arte e$tandarte pu$ de tua ganância infância produto do$ teu$ valore$ amore$ vendido$ quanto$ cu$ cu$taram valiam mai$ do que $upu$era$ megera vil de $ifrõe$ erguida


nem preocupa inventarse roda fodase quem deve o que a quem em cada caminho já percorrido transfiro o desejo de fechar os olhos talho bem perto da raíz o tronco tonto de tanto simulacro… aro a terra mortuu.


:antes de me asselvajar terei armas para não te caçar terei mãos para não te bater terei pés para não te perseguir terei olhos para não te vigiar terei boca para não te ofender terei ouvidos para não não te ouvir


peito acomoda: lâmina pedra esquarteja: vazio silêncio pulsa: água rala & fétida ampola à deriva: dor-me.


passividade: ..., ..., ..., ..., ..., nem ao menos levantaste o mínimo dedo em riste. ínfima crença nublada ... impossível céu de amêndoas nebuladas